quinta-feira, 21 de julho de 2016
DOR E RESIGNAÇÃO
Qualquer um de nós esta sujeito a passar pelas adversidades da vida.
Ainda estamos aprendendo e as dificuldades fazem parte desse processo.
Todos nós passamos pela dor em algum momento de nossas vidas.
A dor pode ser física, moral ou espiritual.
Somos formados basicamente de emoções. Tudo o que se reflete no
nosso corpo físico tem início na parte emocional, onde estão os
pensamentos e sentimentos.
Por isso, quando sentimos dor no corpo físico é porque já fomos atingidos
no emocional.
A dor é sempre um alerta de que algo não está bom em nós, seja nos
pensamentos ou nos sentimentos. Nem falemos das atitudes, porque elas
são a finalização do que pensamos ou sentimos.
A dor ainda é necessária para nós, pois somos espíritos ainda muito
imperfeitos e pouco evoluídos. Mas o que mais importa diz respeito às lições
que podemos tirar da dor. Sofrer com a dor significa que não conseguimos
atingir o estado de resignação.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional. Aprendamos com a dor e
sairemos mais fortes e sábios da situação.
Mesmo diante da dor lembremo-nos de que não estamos sozinhos. Deus
está sempre conosco de alguma forma, nos amparando, nos confortando,
nos envolvendo no seu infinito amor. Além do que, o mal é passageiro, pois
não é criação de Deus. Somente o que vem de Deus é para a eternidade.
Confiemos e tudo passará. E mais: se a dor vem nos visitar, isto é um alerta
de que não estamos no caminho certo. A dor é um chamado. Significa que
chegou a hora e o momento de nos modificarmos.
Que a paz do Mestre Jesus possa estar sempre em nossos corações!.
A PERSEVERANÇA
coragem e determinação que são qualidades latentes em todos nós,
mas poucas vezes utilizadas, pois ainda não conseguimos lidar com
nossas angústias mais íntimas e por vezes nos desgastamos em
sentimentos que nos levam para bem longe da perseverança, diminuímos
nossas capacidades por insegurança ou por falta de estímulo para
enfrentarmos nossas próprias batalhas.
A perseverança está ligada a nossa determinação em alcançar objetivos
sólidos, onde toda luta é válida e nada é em vão, porque sempre estaremos
adquirindo experiências e com isso solidificando nosso aprimoramento
e consequentemente estaremos buscando nossa evolução.
Se tivermos em nossa vida a paciência em caminhar na busca pelos
nossos objetivos não pulando etapas, estaremos conquistando a melhor
forma de concretizar em nós a perseverança, porque tudo depende de
como nos comportamos e de como encaramos os fatos que nos ocorre.
Persevere em tudo que se propor a fazer, pois com certeza irá conseguir
conquistar todos os seus objetivos.
ACREDITE EM VOCÊ
Dotou-te de todas as condições para agir, amar e vencer.
mas precisas acreditar na tua capacidade.
Reflete seriamente sobre isso.
Examina-te.
Observa se não estás parado, vacilante, medroso.
Não faças como os que vivem desalentados, revoltados ou derrotados.
Age.
Pensa em prosperidade, luz e bondade.
Põe-te em ação.
Para ganhar confiança em ti mesmo, acredita ter riqueza interior,
fortaleza, beleza, saúde, paz.
Seja mais feliz ao reconhecer que tens uma força divina invencível.
APRIMOREMOS
(I TESSALONICENSES, 5:19.)
Saibamos estender os valores do espírito.
Observa a estrada nobre que te oferece passagem com segurança e
lembra-te de que ainda ontem era trato de terra inculta.
Serpentes insidiosas aí acalentavam a pessoinha que se lhes acumulava
no seio, enquanto vermes famintos se amontoavam no mato agreste.
Mas chegaram braços amigos e abnegados, atentos à disciplina…
Maquinaria enorme trabalhou a cabeleira verde da gleba, harmonizando-lhe
as linhas; picaretas extraíram-lhe os pedrouços semelhantes a flegmões
cristalizados; o cimento pavimentou a trilha aberta, e a organização lhe
imprimiu determinada ordem aos movimentos.
Quantos semblantes suarentos para que a obra surgisse, quantos dedos
quebrados, quantos lidadores rendidos aos acidentes inevitáveis e quantas
inquietações por eles vencidas, não podes realmente saber, mas podes
reconhecer que foi o trabalho inteligente – luz divina do espírito humano –
a força que te facultou a vitória sobre a distância.
Cada vez que a viagem te suprime ansiedades e poupa aflições, ainda
mesmo que, por agora, não saibas agradecer, a estrada te partilha a
tranquilidade e o contentamento, envolvendo os operários anônimos que a
construíram em sublime coro de bênção. Analisa semelhante lição, encontrada
em cada canto de rua, e não olvides que a ignorância é também aflitiva selva
no mundo. Abracemos o serviço da educação. e da bondade, com alicerces
na disciplina do Cristo, que é para nós outros, o Engenheiro Celeste, e tracemos
novos caminhos de evolução e de entendimento, em que as almas se aproximem
na exaltação da alegria e na ascensão do progresso.
Não importa sejamos hoje artífices sem nome. Vale o serviço feito.
Humilde réstia de luz que acendermos envolver-nos-á em seu clarão e a
pequenina semente de fraternidade que venhamos a lançar no solo da vida
abençoar-nos-á com os seus frutos.
MILHO OU PIPOCA ???
Milho de pipoca quem não passa pelo fogo
continua a ser milho para sempre.”
“Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor
jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca
imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe,
perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou
sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande
transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada
vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de
sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um
destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta
sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:
BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo
que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a
estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam
a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o
jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não
estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.”
IGNORÂNCIA MATA
O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento”(Os 4.6).
A Palavra de Deus é viva e eficaz (Hb 4.12) . A Lei do Senhor é perfeita
e restaura a alma (Sl 19.7) Creio que a Palavra do Senhor, na mente e no
coração, é essencial para o crescimento saudável da igreja. Ao observar
o cenário evangélico brasileiro, eivado de ensinos heréticos e cheio de
escândalos morais, devemos reconhecer que a Palavra de Deus não tem
sido devidamente valorizada por aqueles que confessam ser cristãos.
A profecia de Oseias se aplica a igreja brasileira: “O meu povo está sendo
destruído porque lhe falta o conhecimento” (Os 4.6).
Vejamos três consequências amargas da ignorância:
1. CONFUSÃO DOUTRINÁRIA.
As doutrinas mais básicas da fé cristã são desconhecidas pelos evangélicos.
Na tradição batista, a importância da doutrina é de grande valor. Somos fruto
do movimento separatista inglês que deixou a Igreja da Inglaterra por conta
de divergências teológicas. A igreja batista nasceu no contexto da perseguição
religiosa, por defender doutrinas bíblicas centrais que tinham sido abandonadas.
Na atual conjuntura, na contramão da história, denunciar doutrinas e práticas
heréticas, quer sejam antigas ou modismos da atualidade, tem sido coisa rara
nesse mundo plural.
Boa parte dos cristãos evangélicos não consegue discernir as heresias em
circulação. Muitas heresias estão presentes e não são notadas. Por quê?
Porque esta é a geração mais ignorante da história da igreja evangélica
brasileira. É deprimente observar cristãos defendendo estelionatários da fé.
Muitos falsos profetas perturbam a igreja de Cristo com seus ensinos danosos
e ainda recebem o apoio dos desavisados teólogos, cujo atrevimento é
alimentado pela ignorância.
2. FROUXIDÃO MORAL.
A tolerância ao pecado tem sido uma realidade nas igrejas cristãs.
A igreja tolera hoje o que, décadas atrás, seria inconcebível. Nossa vocação não
é criar uma patrulha teológica com sensor moral e sair em busca dos pecadores
na igreja para colocá-los na fogueira. No entanto, é indubitável nosso dever de
ser luz do mundo e sal da terra. A igreja precisa ser uma referência moral para
um mundo imoral. Como discípulos de Cristo não podemos aceitar comportamentos
e práticas próprias do velho homem. Os discípulos de Jesus Cristo devem viver
a luz da sua nova identidade. “Fazei tudo sem murmurações nem contendas,
para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no
meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como
luzeiros no mundo. Fp 2. 14-15
3. FRIEZA ESPIRITUAL.
A falta de devoção pelo Senhor e a irreverênia revelam a mornidão do coração.
Como aceitar nossa falta de devoção diante do doce amor do Salvador?
Nossa frieza espititual é um escandalo. Se o nosso coração foi seduzido por
paixões que sufocam nossa afeição por Cristo, devemos parar para expurgar
os ídolos a fim de que Cristo seja o amado da nossa alma.
Um dos motivos pelo quais essa frieza nos atinge é justamente a falta de tempo
com Deus, a ausência de contemplação e meditação na Palavra dEle. A piedade
cristã é fruto do conhecimento de Deus. Nosso amor e devoção aumentam à
medida que nós o conhecemos, à medida que pensamos nEle. “O amor de Cristo,
o que ele é só os seus amados é que o sabem”. Bernardo de Claraval
Que o Senhor aqueça os nossos corações e nos mantenha afeiçoados a Ele.
Está escrito:
Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus'”. (Mateus 4.4)
AS TRÊS PENEIRAS
O filósofo Sócrates dizia que era necessário passar tudo que ouvimos
por três peneiras. Ele estabeleceu como critério o que mais tarde passou
a ser chamado de As Peneiras de Sócrates. Quando alguém chegava
para contar-lhe alguma coisa, ele perguntava: Você já passou o que esta
me contando pelas três peneiras? Então, o filósofo fazia três criteriosas
perguntas.
A primeira peneira: (1) É verdade o que você está falando?
Se a pessoa titubeasse: “Eu escutei falar que é verdade.” Sócrates
prontamente dizia: “Bom se você escutou falar, você não tem certeza”.
A segunda peneira: (2) Você já falou para pessoa envolvida o que
está me falando? Se você se importa tanto, a primeira pessoa que deve
saber é a pessoa diretamente envolvida.
A terceira peneira: (3) O que você vai me contar vai ajudar essa
pessoa? Vai ser boa, vai ser útil, vai beneficiar, vai ajudar alguma coisa?
Se a pessoa não pudesse responder positivamente ao crivo dessas três
perguntas, Sócrates então dizia: Não precisa nem contar, não quero saber.
A Palavra de Deus nos exorta a tomar muito cuidado com o uso da língua.
Como cristãos, devemos submeter nossa vida ao senhorio de Cristo,
inclusive a nossa língua. As Escrituras nos orientam a passar nossas palavras
no que iremos chamar de As três Peneiras de Paulo.
A PENEIRA DA VERDADE.
“Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo,
porque somos membros uns dos outros” (Ef 4.25). O diabo é o pai da mentira.
Mentir é sempre perigoso e danoso. Os discípulos de Jesus devem ser homens
e mulheres que falam a verdade. A falsidade enfraquece os relacionamentos,
ao passo que a lealdade fortalece a comunhão.
A PENEIRA DO AMOR.
“Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a
cabeça, Cristo” (Ef 4.15 ). Paulo fala sobre a necessidade de seguir a verdade
em amor. Isso pode ser aplicado a maneira como falamos. As palavras devem
ser usadas com uma adequada dosagem de verdade e amor. Pois “a verdade
torna-se dura, se não vier suavizada pelo amor; mas o amor torna-se mole, se
não vier fortalecido pela verdade”. John Stott
A PENEIRA DA GRAÇA.
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe; e sim unicamente a que for
boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos
que ouvem” (Ef 4.29). A palavra torpe não é apenas um palavrão, mas uma
palavra que contamina aquele que ouve. Sendo assim, precisamos cultivar o
hábito de usar palavras que transmitem graça aos ouvintes. “Uma palavra nos
abate. Uma palavra nos levanta. Uma palavra povoa nossos lábios de riso.
Uma palavra sulca os nossos olhos com lágrimas”.Israel Belo
A santificação é uma bênção, pois evita que pequemos contra o Senhor e
contra o nosso próximo. Peçamos a Deus toda sabedoria necessária para
que possamos abençoar vidas e glorificá-lo por meio do que falamos.
“Põe guarda, Senhor, à minha boca. Vigia a porta dos meus lábios” (Sl 141.3)
“As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis
na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!” (Sl 19.14
por três peneiras. Ele estabeleceu como critério o que mais tarde passou
a ser chamado de As Peneiras de Sócrates. Quando alguém chegava
para contar-lhe alguma coisa, ele perguntava: Você já passou o que esta
me contando pelas três peneiras? Então, o filósofo fazia três criteriosas
perguntas.
A primeira peneira: (1) É verdade o que você está falando?
Se a pessoa titubeasse: “Eu escutei falar que é verdade.” Sócrates
prontamente dizia: “Bom se você escutou falar, você não tem certeza”.
A segunda peneira: (2) Você já falou para pessoa envolvida o que
está me falando? Se você se importa tanto, a primeira pessoa que deve
saber é a pessoa diretamente envolvida.
A terceira peneira: (3) O que você vai me contar vai ajudar essa
pessoa? Vai ser boa, vai ser útil, vai beneficiar, vai ajudar alguma coisa?
Se a pessoa não pudesse responder positivamente ao crivo dessas três
perguntas, Sócrates então dizia: Não precisa nem contar, não quero saber.
A Palavra de Deus nos exorta a tomar muito cuidado com o uso da língua.
Como cristãos, devemos submeter nossa vida ao senhorio de Cristo,
inclusive a nossa língua. As Escrituras nos orientam a passar nossas palavras
no que iremos chamar de As três Peneiras de Paulo.
A PENEIRA DA VERDADE.
“Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo,
porque somos membros uns dos outros” (Ef 4.25). O diabo é o pai da mentira.
Mentir é sempre perigoso e danoso. Os discípulos de Jesus devem ser homens
e mulheres que falam a verdade. A falsidade enfraquece os relacionamentos,
ao passo que a lealdade fortalece a comunhão.
A PENEIRA DO AMOR.
“Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a
cabeça, Cristo” (Ef 4.15 ). Paulo fala sobre a necessidade de seguir a verdade
em amor. Isso pode ser aplicado a maneira como falamos. As palavras devem
ser usadas com uma adequada dosagem de verdade e amor. Pois “a verdade
torna-se dura, se não vier suavizada pelo amor; mas o amor torna-se mole, se
não vier fortalecido pela verdade”. John Stott
A PENEIRA DA GRAÇA.
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe; e sim unicamente a que for
boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos
que ouvem” (Ef 4.29). A palavra torpe não é apenas um palavrão, mas uma
palavra que contamina aquele que ouve. Sendo assim, precisamos cultivar o
hábito de usar palavras que transmitem graça aos ouvintes. “Uma palavra nos
abate. Uma palavra nos levanta. Uma palavra povoa nossos lábios de riso.
Uma palavra sulca os nossos olhos com lágrimas”.Israel Belo
A santificação é uma bênção, pois evita que pequemos contra o Senhor e
contra o nosso próximo. Peçamos a Deus toda sabedoria necessária para
que possamos abençoar vidas e glorificá-lo por meio do que falamos.
“Põe guarda, Senhor, à minha boca. Vigia a porta dos meus lábios” (Sl 141.3)
“As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis
na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!” (Sl 19.14
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