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quinta-feira, 21 de julho de 2016

MILHO OU PIPOCA ???


Milho de pipoca quem não passa  pelo fogo 

continua a ser milho para sempre.”

“Assim acontece com a gente.

As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. 
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor
 jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca 
imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, 
perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou 
sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande 
transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada 
vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de 
sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um 
destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta 
sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. 
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:
BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo 
que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a 
estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam 
a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o 
jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não
estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.”

IGNORÂNCIA MATA


O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento”
(Os 4.6).
A Palavra de Deus é viva e eficaz (Hb 4.12) . A Lei do Senhor é perfeita 
e restaura a alma (Sl 19.7) Creio que a Palavra do Senhor, na mente e no 
coração, é essencial para o crescimento saudável da igreja. Ao observar 
o cenário evangélico brasileiro, eivado de ensinos heréticos e cheio de 
escândalos morais, devemos reconhecer que a Palavra de Deus não tem 
sido devidamente valorizada por aqueles que confessam ser cristãos. 
A profecia de Oseias se aplica a igreja brasileira: “O meu povo está sendo 
destruído porque lhe falta o conhecimento” (Os 4.6). 

Vejamos três consequências amargas da ignorância:

1. CONFUSÃO DOUTRINÁRIA.
As doutrinas mais básicas da fé cristã são desconhecidas pelos evangélicos.

Na tradição batista, a importância da doutrina é de grande valor. Somos fruto 
do movimento separatista inglês que deixou a Igreja da Inglaterra por conta 
de divergências teológicas. A igreja batista nasceu no contexto da perseguição
religiosa, por defender doutrinas bíblicas centrais que tinham sido abandonadas.
 Na atual conjuntura, na contramão da história, denunciar doutrinas e práticas 
heréticas, quer sejam antigas ou modismos da atualidade, tem sido coisa rara
nesse mundo plural.
Boa parte dos cristãos evangélicos não consegue discernir as heresias em 

circulação. Muitas heresias estão presentes e não são notadas. Por quê? 
Porque esta é a geração mais ignorante da história da igreja evangélica 
brasileira. É deprimente observar cristãos defendendo estelionatários da fé.
 Muitos falsos profetas perturbam a igreja de Cristo com seus ensinos danosos
 e ainda recebem o apoio dos desavisados teólogos, cujo atrevimento é 
alimentado pela ignorância.

2. FROUXIDÃO MORAL.
A tolerância ao pecado tem sido uma realidade nas igrejas cristãs.

A igreja tolera hoje o que, décadas atrás, seria inconcebível. Nossa vocação não 
é criar uma patrulha teológica com sensor moral e sair em busca dos pecadores
 na igreja para colocá-los na fogueira. No entanto, é indubitável nosso dever de 
ser luz do mundo e sal da terra. A igreja precisa ser uma referência moral para 
um mundo imoral. Como discípulos de Cristo não podemos aceitar comportamentos 
e práticas próprias do velho homem. Os discípulos de Jesus Cristo devem viver 
a luz da sua nova identidade. “Fazei tudo sem murmurações nem contendas, 
para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no
 meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como 
luzeiros no mundo. Fp 2. 14-15 

3. FRIEZA ESPIRITUAL.
A falta de devoção pelo Senhor e a irreverênia revelam a mornidão do coração.

Como aceitar nossa falta de devoção diante do doce amor do Salvador? 
Nossa frieza espititual é um escandalo. Se o nosso coração foi seduzido por 
paixões que sufocam nossa afeição por Cristo, devemos parar para expurgar 
os ídolos a fim de que Cristo seja o amado da nossa alma.
Um dos motivos pelo quais essa frieza nos atinge é justamente a falta de tempo 

com Deus, a ausência de contemplação e meditação na Palavra dEle. A piedade 
cristã é fruto do conhecimento de Deus. Nosso amor e devoção aumentam à 
medida que nós o conhecemos, à medida que pensamos nEle. “O amor de Cristo, 
o que ele é só os seus amados é que o sabem”.
 Bernardo de Claraval
Que o Senhor aqueça os nossos corações e nos mantenha afeiçoados a Ele.
 Está escrito:
Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus'”. (Mateus 4.4)

AS TRÊS PENEIRAS

O filósofo Sócrates dizia que era necessário passar tudo que ouvimos 
 por três peneiras. Ele estabeleceu como critério o que mais tarde passou 
a ser chamado de As Peneiras de Sócrates. Quando alguém chegava 
para contar-lhe alguma coisa, ele perguntava: Você já passou o que esta 
me contando pelas três peneiras? Então, o filósofo fazia três criteriosas 
perguntas.

A primeira peneira: (1) É verdade o que você está falando? 
Se a pessoa titubeasse: “Eu escutei falar que é verdade.” Sócrates 
prontamente dizia: “Bom se você escutou falar, você não tem certeza”. 

A segunda peneira: (2) Você já falou para pessoa envolvida o que 
está me falando? Se você se importa tanto, a primeira pessoa que deve 
saber é a pessoa diretamente envolvida. 

A terceira peneira: (3) O que você vai me contar vai ajudar essa 
pessoa? Vai ser boa, vai ser útil, vai beneficiar, vai ajudar alguma coisa? 
Se a pessoa não pudesse responder positivamente ao crivo dessas três 
perguntas, Sócrates então dizia: Não precisa nem contar, não quero saber.

A Palavra de Deus nos exorta a tomar muito cuidado com o uso da língua. 
Como cristãos, devemos submeter nossa vida ao senhorio de Cristo,
inclusive a nossa língua. As Escrituras nos orientam a passar nossas palavras 
no que iremos chamar de As três Peneiras de Paulo. 

A PENEIRA DA VERDADE.
“Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, 

porque somos membros uns dos outros” (Ef 4.25). O diabo é o pai da mentira. 
Mentir é sempre perigoso e danoso. Os discípulos de Jesus devem ser homens 
e mulheres que falam a verdade. A falsidade enfraquece os relacionamentos, 
ao passo que a lealdade fortalece a comunhão.

A PENEIRA DO AMOR.
“Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a 

cabeça, Cristo” (Ef 4.15 ). Paulo fala sobre a necessidade de seguir a verdade 
em amor. Isso pode ser aplicado a maneira como falamos. As palavras devem 
ser usadas com uma adequada dosagem de verdade e amor. Pois “a verdade
 torna-se dura, se não vier suavizada pelo amor; mas o amor torna-se mole, se 
não vier fortalecido pela verdade”. John Stott

A PENEIRA DA GRAÇA.
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe; e sim unicamente a que for 

boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos 
que ouvem” (Ef 4.29). A palavra torpe não é apenas um palavrão, mas uma 
palavra que contamina aquele que ouve. Sendo assim, precisamos cultivar o 
hábito de usar palavras que transmitem graça aos ouvintes. “Uma palavra nos 
abate. Uma palavra nos levanta. Uma palavra povoa nossos lábios de riso. 
Uma palavra sulca os nossos olhos com lágrimas”.Israel Belo
A santificação é uma bênção, pois evita que pequemos contra o Senhor e 
 contra o nosso próximo. Peçamos a Deus toda sabedoria necessária para 
que possamos abençoar vidas e glorificá-lo por meio do que falamos. 
“Põe guarda, Senhor, à minha boca. Vigia a porta dos meus lábios” (Sl 141.3) 
“As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis 
na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!” (Sl 19.14

AS TRÊS PENEIRAS DA SABEDORIA


Um rapaz procurou o filósofo Sócrates e disse que precisava 
contar-lhe algo.
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:

- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE.
 

O que você quer contar dos outros é um fato? 
Caso tenha apenas ouvido contar, a coisa deve morrer aí 
mesmo. Suponhamos então que seja verdade.

Deve então passar pela segunda peneira: a 
BONDADE.
 
O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir 
ou destruir o caminho do próximo?

Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá 
passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE. 

Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém?

E, arremata Sócrates:


-Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu 
irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre 
tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente 
e levar discórdia entre irmãos.


que todos possam caminhar juntos cada qual rumo ao seu destino 
mas numa mesma sintonia, desejando  o bem de todos, premiando 
o mérito e evitando seguir o mau exemplo das nulidades que semeiam 
a discórdia e o ódio.

Tudo fica mais fácil se cada um de nós elevar o pensamento para que 
possa tocar do alto nos corações dos que elevam seu olhar acima dos 
valores mundanos.

Não seria um gesto de arrogância, mas de libertação das amarras 
que tendem a puxar os mais fracos para uma condição de sofrimento 
inútil, uma vida seduzida pelos apelos rasteiros dos maus sentimentos 
e dos péssimos hábitos que criam obstáculos à evolução da humanidade.

AS SETE VERDADES DO BAMBU


Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias 
na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, 

que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu 
com o vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na 

hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina 
sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar 
o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a

humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante 
do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, 
aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um 

bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa 
aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, 

mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado 
(como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre 
grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. 
Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. 
Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos 
predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta 

no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. 
Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas 
insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder 
tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” ( e não de eu’s ). Como ele é 

oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas 
e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, 
aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. 
Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. 
Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos 

esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira 
nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio 
do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só 

cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto.
Essa é a sua meta.

A ROCHA NO CAMINHO


Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de 
uma estrada. Naquele momento ele se escondeu e ficou observando se 
alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens 
muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela 
pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantia 
as estradas limpas, mas nenhum deles tentou se quer remover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se 

aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover 
a rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente, com muito jeito, 
conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele voltou a pegar a sua 
carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a 
pedra. Foi até ela e viu que a bolsa continha muitas moedas de ouro, e um 
bilhete escrito pelo rei que dizia:

"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos 

nossa condição..."

MENSAGEM DE UM IDOSO




* Se meu andar é hesitante e minhas mãos trêmulas, ampare-me...
* Se minha audição não é boa e tenho de me esforçar para ouvir o que você 
está dizendo, procure entender-me...
* Se minha visão é imperfeita e o meu entendimento é escasso, ajude-me com 
paciência...
* Se minhas mãos tremem e derrubam comida na mesa ou no chão, por favor 
não se irrite, tentei fazer o melhor que pude...
* Se você me encontrar na rua, não faça de conta que não me viu, pare para 
conversar comigo, sinto-me tão só...
* Se você na sua sensibilidade me vê triste e só, simplesmente partilhe um sorriso 
e seja solidário...
* Se lhe contei pela terceira vez a mesma "história" num só dia, não me repreenda, 
simplesmente ouça-me...
* Se me comporto como criança, cerque-me de carinho...
* Se estou com medo da morte e tento negá-la, ajude-me na preparação para 
o adeus...
* Se estou doente e sou um peso em sua vida, não me abandone, um dia você 
terá a minha idade...
A única coisa que desejo neste meu final da jornada, é um pouco de respeito e 
de amor...
Um pouco...
Do muito que te dei um dia !!!